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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Camille Claudel


Quando vi "A onda", em 96, entendi porque Rodin teve que internar a moça. Foi fácil convencer o serviço psiquiátrico - era só dizer que ela queria ser maior que ele! eles cairiam fácil. E caíram mesmo. Como essa moça estava nadando tão mais longe, e como a gente tem que agradecer a existência de mulheres como Isabelle Adjani, cuja simples respiração imóvel já nos seria epifania suficiente. Mas ela ainda recontou Adele Hugo e Camille Claudel.

Não acredito nas mulheres, mas que existem, existem.